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	<title>reducao de custos Archives - dev&amp;Co.</title>
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	<title>reducao de custos Archives - dev&amp;Co.</title>
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		<title>Gestão de custos: conheça um guia prático muito eficaz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marketing [ devCoffee ]]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2019 12:37:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A gestão de custos evita gastos desnecessários, facilita a definição das metas financeiras, influencia na identificação dos preços de produtos ou serviços, permite a priorização de investimentos e ajuda na melhor tomada de decisão. Mas ela deve ser feita de maneira assertiva para garantir todas essas vantagens. Quer saber como? Então leia esse artigo!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A gestão de custos é essencial para qualquer empresa.</p>



<p>Afinal, ela evita gastos desnecessários, facilita a definição das metas financeiras, influencia na identificação dos preços de produtos ou serviços, permite a priorização de investimentos e ajuda na melhor tomada de decisão.</p>



<p>Mas para que a estratégia seja feita de maneira assertiva, é importante apostar em um controle realmente eficiente, que não só garanta dados corretos, como também evite falhas humanas e retrabalhos.</p>



<p>Sem esse cuidado, pode ter certeza de que dificilmente o negócio vai sentir os benefícios da estratégia.</p>



<p>E então, quer saber como fazer uma boa gestão de custos?</p>



<p>Basta ler as informações a seguir!<br></p>



<p><strong>Dois passos primordiais para uma boa gestão de custos</strong><br></p>



<p>São dois os passos essenciais para iniciar a gestão de custos de qualquer negócio.</p>



<p>Confira!<br></p>



<p><em>Passo 1 – Detalhar os custos</em><br></p>



<p>A primeira coisa que você precisa fazer é detalhar os custos.</p>



<p>Para isso, é necessário dividir todos eles em duas categorias: fixos e variáveis.</p>



<p>Os fixos são aqueles que acontecem mensalmente ou dentro de determinada rotina, como contas, aluguel, funcionários e fornecedores.</p>



<p>Já os variáreis se referem aos gastos para produzir e comercializar o serviço ou produto.</p>



<p>Entram na lista a comissão dos vendedores e os impostos sobre a mercadoria.</p>



<p>Mas atenção: é necessário que esse controle seja realmente minucioso e feito de preferência todos os meses para que tenha total entendimento das informações.</p>



<p>Afinal, a ideia da estratégia é ter clareza com relação ao desempenho e à rentabilidade da empresa.</p>



<p>Além disso, é uma oportunidade de identificar os investimentos desnecessários, mas também algumas oportunidades.<br></p>



<p><em>Passo 2 – Controlar as entradas e as saídas</em><br></p>



<p>O bom gerenciamento de custos envolve também um ótimo controle financeiro.</p>



<p>Portanto, é essencial que você entenda todas as demonstrações financeiras da empresa, desde o que entra e o que sai até o destino do dinheiro.</p>



<p>São 4 demonstrações essenciais: fluxo de caixa, patrimônio líquido, balanço patrimonial e demonstração de resultados.</p>



<p>Vamos entender melhor cada uma?<br></p>



<p><strong>1 &#8211; Fluxo de caixa</strong></p>



<p>Aqui, você vai analisar as entradas, as saídas, os investimentos e as atividades operacionais da empresa.</p>



<p><strong>2 &#8211; Patrimônio líquido</strong></p>



<p>O patrimônio líquido é o valor referente ao financiamento da empresa por meio de ações preferenciais e ordinárias.</p>



<p><strong>3 &#8211; Balanço Patrimonial</strong></p>



<p>Ele mostra os ativos, os passivos e o patrimônio líquido do negócio.</p>



<p><strong>4 &#8211; Demonstração de resultados</strong></p>



<p>A demonstração de resultados se refere à receita obtida dentro de um período específico de tempo.<br></p>



<p><strong>Como fazer um bom controle de custos?</strong><br></p>



<p>Uma simples planilha em excel serve para um bom controle de custos?</p>



<p>Não!</p>



<p>Bom, você até pode apostar nessa alternativa, mas terá que conviver com as falhas humanas e os retrabalhos, além de colocar um bom tempo do seu dia ou da sua equipe na tarefa.</p>



<p>E enquanto isso, talvez tenham diversas ações e projetos mais estratégicos parados esperando por atenção.</p>



<p>O que fazer, então?</p>



<p>Utilizar um<a href="https://devco.com.br/brerp-experience"> ERP</a>, simples assim!</p>



<p>O sistema é capaz de garantir números corretos e assertivos, “se comunicar” com dados de outros setores e realizar cálculos e relatórios precisos automaticamente.</p>



<p>E uma<a href="https://devco.com.br/pontos-relevantes-na-escolha-de-um-erp/"> gestão de custos</a> mal feita inevitavelmente interferirá na produtividade e, claro, nos resultados da empresa.</p>



<p>Lembre-se de que a ideia é estruturar e entender as informações para identificar desperdícios e oportunidades de investimentos.<br></p>



<p>A gestão de custos é primordial para qualquer empresa, mas ela deve ser feita de maneira assertiva para que você conquiste os resultados esperados!<br></p>
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		<title>Sete dicas para eliminar desperdícios na empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marketing [ devCoffee ]]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jun 2017 15:12:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Obter resultados financeiros positivos é o que toda empresa busca, ainda mais em época de crise. A equação “lucro = faturamento &#8211; gastos” precisa ser positiva e a maneira mais comum para isso é fazer com que o faturamento seja maior que os gastos da empresa. Mas muitos empresários não sabem que é possível trabalhar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Obter resultados financeiros positivos é o que toda empresa busca, ainda mais em época de crise. A equação “lucro = faturamento &#8211; gastos” precisa ser positiva e a maneira mais comum para isso é fazer com que o faturamento seja maior que os gastos da empresa. Mas muitos empresários não sabem que é possível trabalhar um terceiro elemento da equação: os gastos, ou seja, os custos e as despesas (matérias-primas, insumos, energia elétrica, salários e encargos e materiais de escritório, por exemplo).</p>
<p style="text-align: justify;">Se os gastos diminuírem, ainda que o faturamento se mantenha, o lucro aumentará. Contudo, é preciso fazer isso com muita atenção e estratégia. Decisões aleatórias, como cortes de pessoal e diminuição na qualidade do produto, podem até reduzir custos, assim como pressionar fornecedores nas condições de pagamento e margem, mas elas provavelmente impactam também a entrega de valor ao cliente, e de maneira negativa, resultando em queda do faturamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando nisso, o Sebrae preparou uma cartilha para apoiar as micro e pequenas empresas a identificar e eliminar gastos desnecessários, para diminuir os custos, tornar a empresa mais “enxuta”, eficaz e competitiva, e entregar mais valor ao cliente. “Desperdícios geram custos e tomam tempo, além de não agregarem valor ao que está sendo produzido, do ponto de vista do cliente. Portanto, devem ser eliminados”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. “Para que os desperdícios sejam efetivamente eliminados ou reduzidos, é preciso identificá-los, mensurá-los, determinar Planos de Ação para sua redução ou eliminação e designar um responsável por implementar o plano. Diminuir gastos parece complicado, mas há como facilitar esse processo”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">A publicação, baseada na filosofia de gestão empresarial lean, que nasceu do Sistema Toyota de Produção, identifica sete desperdícios da produção e dá dicas para o empresário eliminar cada um deles. Embora esses desperdícios tenham sido identificados na produção de automóveis, eles valem para outros tipos de negócios de todos os setores da economia: comércio, serviços, indústria e agronegócios. A mesma publicação está disponível com casos direcionados para os segmentos de saúde, alimentação fora do lar e serviços automotivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira as sete dicas do Sebrae:</p>
<h3 style="text-align: justify;">1. Elimine defeitos na produção</h3>
<p style="text-align: justify;">Produtos, serviços e informações com defeitos geram mais custos para a empresa devido ao retrabalho. Afinal, serão exigidos mais tempo de profissionais, mais tempo de equipamentos e programação da produção, mais materiais e insumos, além da necessidade de gestão dos produtos descartados. Em um hospital, por exemplo, trata-se de resultados de exames falhos ou incompletos ou a ministração de medicamentos de forma errônea ou fora dos períodos determinados. Na oficina mecânica, é o caso de automóveis entregues aos clientes com serviços falhos ou não realizados. Isso pode ser causado por processos deficientes, baixa qualidade dos ingredientes e materiais ou baixa qualificação dos profissionais. Por isso, defina procedimentos para operação de cada equipamento, padronize algumas atividades e busque sempre a melhoria contínua dos processos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Produza só o necessário, quando for preciso, sem exagero</h3>
<p style="text-align: justify;">A superprodução pode ser a pior forma de desperdício, pois contribui diretamente para que as demais formas ocorram. O fato de uma empresa produzir mais do que consegue vender é considerado desperdício, pois tempo e recursos (materiais, insumos, equipamentos e pessoal) estão sendo alocados muito previamente ao necessário, gerando estoques excessivos, que implicam mobilização de ativos. O problema pode ser causado por capacidade excessiva de equipamentos ou de pessoal, falta de padrão dos produtos e até política da empresa de incentivo por metas de produção. Assim, planeje a produção conforme a demanda real, não para o estoque.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. Mantenha o estoque no menor nível possível</h3>
<p style="text-align: justify;">Quando se compra demais (além da capacidade de produção ou venda), ou se produz demais (além da capacidade de venda), os produtos se acumulam e formam estoques excessivos, que podem, eventualmente, ser perdidos por validade, armazenagem inadequada ou qualquer outro motivo. Além de implicar aumento de custos, o estoque demasiado exige maior espaço de armazenagem e esforço de gestão. Estoque excessivo significa dinheiro parado! Por isso, planeje cuidadosamente as compras e a produção, de maneira que elas aconteçam com eficiência e conforme a demanda e tenha estatísticas confiáveis de vendas e controle de estoque, a fim de ajustá-las.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Evite a espera desnecessária</h3>
<p style="text-align: justify;">O tempo que as pessoas ou os equipamentos ficam desnecessariamente ociosos ou são obrigados a esperar pela próxima ação é considerado desperdício. Essa improdutividade impacta negativamente os custos da empresa e deve ser evitada. O fluxo contínuo em um processo minimiza consideravelmente a espera. É a espera dos profissionais por ferramentas ou equipamentos para poder trabalhar, por exemplo, ou equipe da cozinha de um restaurante aguardando o pedido chegar, que demora pelas interrupções no trajeto do garçom. Planeje os processos para acontecerem em um fluxo contínuo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">5. Faça o transporte adequado de insumos</h3>
<p style="text-align: justify;">Se equipamentos, insumos, materiais ou qualquer outro recurso é movimentado de um local para outro, desnecessariamente ou de maneira ineficiente, cria-se o desperdício de transporte. A situação pode ser piorada, considerando que no transporte pode haver perdas e danos. Nada disso entrega valor ao serviço que está sendo prestado ao cliente. Pode ser, por exemplo, o envio de insumos, materiais ou informações para o local errado ou no momento equivocado. Isso pode ser causado por, entre outros motivos, fornecedores distantes ou trajetos ou processos ineficientes.</p>
<h3 style="text-align: justify;">6. Organize o ambiente de trabalho</h3>
<p style="text-align: justify;">O desperdício de movimentação atrasa o trabalho e interrompe o fluxo de atividades. Além de implicar, muitas vezes, em mais custos, resultam também em baixa eficiência e desempenho enfraquecido dos profissionais. São movimentos corporais desnecessários, como flexionar, elevar ou abaixar para alcançar insumos ou ferramentas causados, muitas vezes, por desorganização no ambiente de trabalho. Em um restaurante, por exemplo, o deslocamento excessivo dos profissionais da cozinha para executar suas atividades durante a preparação dos alimentos, quando os ingredientes, os equipamentos e os utensílios estão afastados uns dos outros. Mantenha o ambiente de trabalho sempre limpo e organizado, apenas com os materiais e os equipamentos necessários para o processo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">7. Acabe com desperdícios de processamento</h3>
<p style="text-align: justify;">Os procedimentos adicionais devem agregar valor ao que se entregará ao cliente; caso contrário, devem ser dispensados. Entregue mais valor ao cliente, mas sem desperdícios no processamento, ou seja, aqueles resultantes de processos que não agregam valor. Como o caso de serviços prestados além do solicitado e aprovado pelo cliente, com a geração de custos. É preciso identificar as atividades que afetam negativamente a produtividade e o custo de produção e eliminar o impacto dessas atividades.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Via/Administradores.com.br</em></p>
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		<title>Como as planilhas em Excel podem arruinar sua empresa</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jun 2017 14:22:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com certeza você já utilizou o excel para gerenciar sua empresa ou ainda utiliza. Bem, caso esse seja o caso, saiba que essa ferramenta por arruinar sua empresa, muitas das vezes, de maneira lenta e silenciosa. É muito comum que empresários utilizem o excel para gerenciar sua empresa, mas porque ela pode te arruinar? Afinal, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Com certeza você já utilizou o excel para gerenciar sua empresa ou ainda utiliza. Bem, caso esse seja o caso, saiba que essa ferramenta por arruinar sua empresa, muitas das vezes, de maneira lenta e silenciosa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">É muito comum que empresários utilizem o excel para gerenciar sua empresa, mas porque ela pode te arruinar? Afinal, não podemos negar que ela oferece algumas funções bem úteis para o dia a dia.  No entanto, são inúmeros os problemas que o excel pode trazer para o processo administrativo. Então, quais são os problemas que o excel apresenta na gestão?</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18pt;">1 – Informações</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Uma empresa que possui muitos setores não pode utilizar o excel. Afinal, a ferramenta irá gerar infinitas planilhas que vão prejudicar o gerenciamento dessas informações e prejudicar o tempo hábil para encontrar algo importante. Além de ser pesada e causar lentidão nos computadores.</span></p>
<h3></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18pt;">2 – Análise</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Uma análise de um negócio depende de visualizar os dados de setores como venda, estoque, financeiro, fiscal e assim por diante. Portanto, para que o empresário consiga entender sua empresa através de planilhas, ele teria que acompanhar diversas versões de planilhas e fazer uma outra, com a junção desses dados, para aí sim, unificar tudo e concretizar sua análise.</span></p>
<h3></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18pt;">3 – Integração</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Uma empresa que trabalha com múltiplas planilhas pode sofrer baixas com o excel. Isso se deve ao fato delas não se conversarem entre si, o que impede de fazer planilhas que estejam interligadas e apresentem dados existentes previamente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Então, mesmo que existam fórmulas que auxiliam nesse processo, as planilhas ficarão pesadas e vão prejudicar a localização de algo.</span></p>
<h3></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18pt;">Dessa forma, qual a melhor ferramenta para gerenciar uma empresa?</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Sem dúvida alguma, o sistema conhecido como ERP, o qual permite que as funções sejam integradas e trabalhem no mesmo local. Vale ressaltar que o ERP na nuvem ainda é mais evoluído e não requer instalações na máquina. Permitindo assim, o gerenciamento por qualquer dispositivo, seja móvel ou local.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Dessa maneira, um ERP na nuvem possibilita a plena confiabilidade dos dados que lá estão, isso porque os parâmetros são definidos pela equipe técnica da fornecedora de ERP junto aos empresários.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Além disso, o sistema atua inteiramente através da internet, assim, não existe a possibilidade da perda de dados ou mesmo que sejam corrompidos. Fornecedoras de responsabilidade, inclusive, possuem seus servidores muito bem protegidos para evitar esse tipo de problema.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Outro fator que faz o sistema de gestão sair na frente é que o fluxo de informações pode ser enorme e mesmo assim não há problemas. Além disso, o sistema permite que todas as informações estejam no mesmo lugar, assim, o empresário não precisam ficar caçando dados em diversas planilhas como no excel.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Por fim, o ERP permite que o empresário possua informações na palma da mão, aonde quer que esteja. O que além de facilitar o gerenciamento interno, permite que ele possa tomar uma decisão importante com informações palpáveis, que orientam a melhor decisão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Você sabia que em Leme já existe uma empresa que oferece um ERP na nuvem e capaz de realizar tudo isso e ainda não limita usuários ou cobra licenças adicionais? Bacana, não é mesmo? Esta solução se chama BrERP e está disponível para empresas do segmento de todos os portes e tipos de negócios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"><a href="http://devcoffee.com.br/contato"><strong>Clique aqui</strong></a><strong> e solicite um atendimento com um de nossos consultores.</strong></span></p>
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		<title>Como o BrERP ajuda na tomada de decisões</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jun 2017 15:45:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Diante de uma rotina cada vez mais agitada, tomar decisões é rotina na vida de empreendedores, diretores e gestores. Por mais corriqueira que seja, decidir é sempre uma tarefa delicada, que exige estudo e cautela das lideranças. Afinal de contas, até as menores decisões impactam o rumo dos negócios. Para que os gestores possam desenvolver [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante de uma rotina cada vez mais agitada, tomar decisões é rotina na vida de empreendedores, diretores e gestores. Por mais corriqueira que seja, decidir é sempre uma tarefa delicada, que exige estudo e cautela das lideranças. Afinal de contas, até as menores decisões impactam o rumo dos negócios.</p>
<p>Para que os gestores possam desenvolver seu processo decisório de forma segura, precisam de mais que boa percepção e experiência. Encontrar apoio em dados concretos e sistematizados é fundamental para corrigir erros, redirecionar estratégias e inspirar novas atitudes. É é aí que entra um bom sistema de gestão, criado especialmente para auxiliar os gestores na tomada de decisões. Quer descobrir como? Continue lendo!</p>
<h3>O que é ERP?</h3>
<p>Basicamente, trata-se de um programa de computador que busca integrar dados vindos de diferentes áreas da empresa em um único sistema de gestão. Por isso, ele é dividido em módulos em que são recolhidas informações específicas de cada área — vendas, estoque, RH, financeiro, entre outras. Esses dados podem ser compartilhados entre todos os departamentos.</p>
<h3>Quais as suas vantagens?</h3>
<p>Um sistema de gestão ERP coloca em único lugar todas as informações necessárias para que as lideranças tomem decisões estratégicas. Imagine que um certo produto do seu estoque esteja estragando com frequência. Com o ERP, você pode analisar qual quantidade do item foi vendida em um mês, quanto dele você recebeu do fornecedor, se ele foi exibido em alguma ação de marketing, entre outros detalhes. Você tem em mãos todo o ciclo de produção e venda da mercadoria para identificar a raiz do problema, de forma a adotar a ação apropriada para resolvê-lo.</p>
<p>Como mostrado neste exemplo simples, o ERP consegue coletar e articular uma imensidade de informações, que servem para que o gestor consiga apontar o caminho para a solução de um problema ou melhoria de algum processo. Tudo acontece com base em informações reais e atualizadas do negócio.</p>
<h3>Como o ERP funciona?</h3>
<p>O sistema de gestão integrada é construído sobre módulos. Isso faz com que o ERP se adapte facilmente ao tamanho da sua empresa. Quanto maior e mais complexo for o porte do negócio, mais módulos devem ser estabelecidos. Na contramão, quanto menor for a empresa, menos módulos serão necessários e os custos serão mais baixos. Assim, o ERP cabe no bolso de qualquer empresário!</p>
<p>Além disso, esse tipo de sistema faz mais do que coletar informações em massa e disponibilizá-las aos empresários. O ERP traduz todos os dados em gráficos, tabelas e relatórios de fácil leitura e entendimento, para não apenas qualificar a tomada de decisões, mas, sobretudo, agilizar o processo.</p>
<p>Por fim, vale ressaltar que sistema de gestão e avanço tecnológico andam juntos. Isso significa que os ERPs podem ser acessados por qualquer dispositivo ligado à internet — como celulares, tablets e notebooks. Tudo, é claro, sem abrir mão da segurança! Os dados são criptografados e é possível definir, de antemão, quais profissionais terão acesso à parte das informações da empresa ou a todo o seu conteúdo.</p>
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		<title>10 passos para implantar uma cultura de redução de despesas</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Apr 2017 12:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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		<category><![CDATA[brerp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Controlar os gastos da sua empresa permite canalizar o dinheiro para as iniciativas que farão seu negócio crescer Toda empresa opera com uma equação básica: seu lucro é o resultado de sua receita menos os seus gastos. Portanto, menos gasto significa mais lucro. E mais lucro significa mais investimento em inovação, capacidade de expansão e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Controlar os gastos da sua empresa permite canalizar o dinheiro para as iniciativas que farão seu negócio crescer</h2>
<p>Toda empresa opera com uma equação básica: seu lucro é o resultado de sua receita menos os seus gastos. Portanto, menos gasto significa mais lucro. E mais lucro significa mais investimento em inovação, capacidade de expansão e até mesmo maior remuneração dos funcionários.<br />
Acontece que nem sempre as empresas monitoram de perto as suas despesas ou têm processos para saber exatamente onde elas estão e como evoluem. Pior: não incentivam gestores e funcionários a usarem os recursos de maneira eficiente.<br />
Para reverter esse processo, sua empresa precisa implantar uma cultura de redução de despesas. Ela garante que o dinheiro disponível será gasto nas iniciativas mais alinhadas com os objetivos do negócio. Especialmente para startups e empresas pequenas, que dispõem de poucos recursos, o esforço é ainda mais importante. Mas como começar? É justamente esse caminho das pedras que tentarei traçar a seguir.</p>
<h3>Primeiro, os dados</h3>
<p>Para reduzir despesas e colocar essa pauta em toda a empresa, é necessário ter uma boa base de dados. O mapeamento da estrutura de despesas é o primeiro passo para realizar qualquer ajuste ou mudança. Sua empresa tem uma base de dados confiável? Segue as normas contábeis? Dentre as minhas despesas, quais são fixas e quais são variáveis? As informações estão registradas em algum sistema ERP? Quanto mais acessíveis e mais seguros forem esses dados, melhor. Com um bom plano de contas e uma boa estrutura de centro de custos, é possível analisar a situação de cada área e atuar sobre os problemas.<br />
Para entender por que esse é o primeiro passo, pense em um avião que precisa ser pilotado. O responsável por essa tarefa precisa ter no painel de bordo todas as informações disponíveis para saber se a aeronave está funcionando normalmente e se está seguindo a rota estabelecida. Os dados são o ponto de partida. Com informações confiáveis, é mais fácil tomar as decisões corretas.</p>
<h3>Crie relatórios</h3>
<p>O segundo passo é a criação de relatórios gerenciais, que trazem os KPIs (Key Performance Indicators), para a empresa acompanhar suas principais métricas. Também é importante ter o DRE (Demonstração do Resultado de Exercício) estruturado, com as margens que refletem o seu negócio. Essas informações permitirão acompanhar a evolução dos custos e das despesas do seu negócio e comparar suas métricas com as de mercado. Esse filtro de informações é importante porque, com uma base de dados gigantesca, fica difícil visualizar a situação da empresa ou trabalhar com as informações no dia a dia.</p>
<h3>Tenha um ritual de análise</h3>
<p>Os relatórios, no entanto, não servem para nada se não houver uma rotina de análise. É o que eu chamo de “ritual”. Nesse momento, entram em cena as pessoas e o calendário de avaliação. Se a sua empresa está começando a implantar uma cultura de redução de despesas, o ideal é que, inicialmente, as reuniões envolvam poucas pessoas, que podem ser os gestores de cada área. A empresa estabelece uma agenda: as reuniões de resultados podem ser mensais, bimestrais ou trimestrais, de acordo com a organização da empresa. A periodicidade pode mudar conforme a maturidade da empresa.<br />
Aqui, vale o alerta: uma reunião para apresentar informações não faz sentido. Informações podem ser enviadas por email. O objetivo de colocar gestores em uma mesma mesa deve ser discutir um plano de ações e possíveis melhorias nos gastos e processos. É assim que se decide quais serão os esforços de redução de custos e despesas.</p>
<h3>Faça um orçamento</h3>
<p>Voltando ao exemplo do avião: um piloto precisa saber para onde está indo e qual rota seguir. O mesmo vale para despesas de um negócio. Para onde meus gastos estão indo e em quais áreas estarão concentrados? Essas respostas estão no orçamento, que precisa ser elaborado e perseguido.<br />
A sua empresa provavelmente tem uma estimativa de receita. Para atingi-la, tem uma estimativa de custos e despesas. O que sobrar será seu lucro. Portanto, o ideal é, para um determinado nível de vendas, encontrar qual o gasto necessário para entregar o seu produto ou serviço. O orçamento transforma esse mínimo ideal em metas para cada área. A remuneração variável dos funcionários pode estar atrelada à conquista dessas metas.<br />
Enquanto relatórios e demonstrativos mostram o desempenho da empresa no passado e no presente, o orçamento é a visão de futuro, a programação para os próximos meses ou ano. As metas precisam ser acompanhadas a cada mês e a empresa precisa fazer planos para corrigir desvios. O orçamento não serve apenas para ficar na parede, mas para ser acompanhado e cumprido.</p>
<h3>Mais maturidade a cada ano</h3>
<p>A cada ano, a empresa ganha mais maturidade em um processo de redução de despesas. As pessoas se habituam a esse ciclo de indicadores – relatórios – análises – orçamentos e passam a ter mais senso crítico para entender o que está por trás de bater uma meta com folga ou do não atingimento da meta. Quando uma meta não é atingida, as perguntas que precisam ser feitas são: estava realmente muito difícil? Será que errei no traçar das metas? Ou essa área precisa de ajuda externa?<br />
Com o tempo, cada vez mais a empresa consegue apertar seus custos e despesas e errar menos nas estimativas. E cada vez que aperta mais, cria uma cultura de que é possível fazer melhor, mais rápido e com menos recursos sempre.</p>
<h3><a href="http://devcoffee.com.br/contato"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-762" src="https://devco.com.br/wp-content/uploads/2017/03/RODAPE_BRERP.jpg" alt="" width="735" height="123" srcset="https://devco.com.br/wp-content/uploads/2017/03/RODAPE_BRERP.jpg 735w, https://devco.com.br/wp-content/uploads/2017/03/RODAPE_BRERP-600x100.jpg 600w, https://devco.com.br/wp-content/uploads/2017/03/RODAPE_BRERP-300x50.jpg 300w, https://devco.com.br/wp-content/uploads/2017/03/RODAPE_BRERP-260x44.jpg 260w, https://devco.com.br/wp-content/uploads/2017/03/RODAPE_BRERP-50x8.jpg 50w, https://devco.com.br/wp-content/uploads/2017/03/RODAPE_BRERP-150x25.jpg 150w" sizes="(max-width: 735px) 100vw, 735px" /></a><br />
Metodologias</h3>
<p>Há duas metodologias interessantes para construir e gerenciar um orçamento, implantando uma cultura de redução de despesas:<br />
&#8211; Orçamento Base Zero (OBZ). É o método utilizado por grandes empresas como a Ambev, que repensa a cada ano todas as despesas das áreas. Ele desconsidera o passado e considera a estratégia da empresa para o período seguinte. Com base nessa estratégia, são definidas quais despesas fazem sentido. É uma priorização, considerando o que é mais fundamental para entregar o produto, o serviço e a proposta de valor da empresa. Dá para aplicar essa ideia em qualquer lugar. Imagine que você tenha R$ 1000 para gastar na sua casa por mês. Você vai listar seus desejos e elencar suas prioridades, gastando até o limite do orçamento com aquilo que é mais importante.<br />
&#8211; Gerenciamento Matricial de Despesas (GMD). Essa metodologia propõe uma comparação das despesas entre as áreas. Por exemplo, suponha despesas com deslocamento, hotéis e refeições. Tudo isso pode ser colocado na conta de “viagens” da empresa. É possível designar um responsável por monitorar todas as despesas com viagens, comparando os gastos de cada área, evidenciando as melhores práticas. Ele pode criticar algumas despesas ou propor que, considerando a demanda de todas por passagens, negociar com a companhia aérea fornecedora um desconto extra.</p>
<h3>Engaje as pessoas</h3>
<p>Não é segredo para ninguém que reduzir despesas é uma tarefa ingrata. Nenhum gestor gosta de abrir mão do seu orçamento. Para engajar as pessoas em uma cultura de redução de custos é preciso mostrar que ela traz benefícios. Como? Ao eliminar despesas não estratégicas, sobra mais dinheiro para investir no crescimento do negócio. No final do ano, o crescimento da empresa poderá ser distribuído em forma de dividendos, bônus ou PLR. Uma empresa que gasta todo seu lucro com despesas que não são necessárias não consegue distribuir uma boa remuneração variável.</p>
<h3>A importância do líder</h3>
<p>O engajamento só existirá se o nível mais alto da hierarquia da empresa estiver comprometido com a redução de despesas. Um gerente, por melhor intencionado que seja, não pode ser o único porta-voz do assunto. A diretoria e a presidência precisam imprimir essa cultura, com um discurso homogêneo para defendê-la. Mais: o discurso precisa ser demonstrado na prática. Continuar gastando e ignorando metas que não são batidas são caminhos para o fracasso da cultura de redução de despesas.</p>
<h3>Trabalho de longo prazo</h3>
<p>Cultura é uma construção de longo prazo. Não dá para implementar de forma abrupta, há uma velocidade de absorção das regras. Se não levar esse tempo de assimilação em conta, a empresa pode acabar atropelando a tentativa de reduzir despesas e cair em descrédito diante dos funcionários – eles passarão a acreditar que uma iniciativa como essa não tem como dar certo. Redução de despesas é um remédio que precisa ser ministrado a conta-gotas para não matar o paciente.<br />
Até por conta disso, as reuniões no primeiro ano devem ser restritas a um pequeno grupo de gestores. Se algo der errado no projeto, é mais fácil corrigir quando ele envolve poucas pessoas. Além disso, aos poucos, essas pessoas se tornam multiplicadores da cultura de redução de despesas.<br />
Algumas empresas brasileiras são bons exemplos dessa cultura, como a Lojas Renner. Seu presidente, José Galló, tem feito isso desde o começo dos anos 1990. Ele é um porta-voz dessa cultura de redução de despesas, de fazer mais com menos. Quando trabalhei com a Renner, vi de perto como a empresa de fato gasta o que é necessário, sem esbanjar.<br />
Algumas empresas já nasceram assim, como a BRMalls. Os sócios do fundo de investimento GP, um dos controladores, que sempre foram espartanos com a redução de despesas, imprimiram essa cultura na rede de shoppings. Começaram com a ideia na diretoria, que depois desceu para o nível de coordenadores até chegar, como vemos hoje, nas recepcionistas.</p>
<h3>Três armadilhas</h3>
<p>Por fim, separo o que considero três grandes armadilhas às quais todo empreendedor deve se atentar:<br />
&#8211; A comunicação precisa ser clara e transparente. Evite informações encriptadas. As pessoas precisam entender os indicadores, o orçamento e as metas. E a cultura tem que ser transferida pela repetição. Todo novo funcionário precisa ouvir sobre redução de despesas. Os antigos precisam ser lembrados sempre. O antropólogo Claude Lévi-Strauss dizia que uma das características do líder era repetir as mesmas histórias para imprimir a cultura. E essa história não pode ser contada só com números complicados.</p>
<p>&#8211; Não se afobe. Uma cultura de redução de custos não é implementada de um dia para o outro. Nem é possível envolver a empresa inteira de uma vez só. Primeiro, as reuniões e discussões devem ficar restritas a poucos gestores. Eles testarão o novo sistema, construirão a metodologia e se tornarão os multiplicadores da cultura.<br />
&#8211; Saiba para onde sua empresa está indo. Talvez a pior armadilha seja fazer um orçamento sem saber qual o rumo do negócio. O orçamento precisa estar vinculado aos desafios e estratégias da empresa e a serviços deles. Como disse Seneca, se você não sabe para qual porto está navegando, nenhum vento será favorável.<br />
Leia mais em <strong>Endeavor   </strong>/ Por Rafael Landi</p>
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